"Acreditamos que a educação sozinha não transforma a sociedade, sem ela tampouco a sociedade muda. Se a nossa opção é progressiva, se estamos a favor da vida e não da morte, da equidade e não da injustiça, do direito e não do arbítrio, da convivência com o diferente e não de sua negação, não temos outro caminho se não viver a nossa opção, encarná-la, diminuindo, assim, a distância entre o que dizemos e o que fazemos." Paulo Freire
quinta-feira, 12 de junho de 2014
domingo, 1 de junho de 2014
segunda-feira, 26 de maio de 2014
O mascote da Copa 2014
Ideia
do tatu-bola nasceu no Ceará
A
ideia de ter o tatu-bola ("Tolypeutes tricinctus") como símbolo da
Copa no Brasil surgiu no Ceará e foi apresentada apenas em fevereiro ao
Ministério do Esporte e ao (COL) pela ONG Associação Caatinga,
criadora do projeto.
No
texto da campanha, a Associação Caatinga explica que o "Tolypeutes
tricinctus" é o tipo de tatu mais ameaçado do Brasil e que a caça já o fez
desaparecer de muitos estados. Para defender a escolha da mascote, a ONG
lembrou que o nome original do tatu-bola foi dado devido à habilidade de
curvar-se sobre si mesmo para se proteger quando ameaçado, ficando no formato
de uma bola.
Desde
a Copa de 1966, a Fifa passou a usar mascotes em Copas do Mundo. No Mundial da
África do Sul, o animal escolhido para representar o país foi um leopardo de
cabelo verde, batizado de Zakumi.
O mascote oficial da
Copa do Mundo de 2014 no Brasil vai se chama "Fuleco", uma palavra
que os organizadores afirmam transmitir uma mensagem de consciência
ambiental.Quase a metade das mais de 1,7 milhão de pessoas que votaram em uma
pesquisa online preferiu "Fuleco" em vez de "Zuzeco" ou
"Amijubi". "Fuleco" é a junção das palavras futebol e
ecologia.
Pesquisa: Tatu-bola
O tatu-bola é o menor e menos conhecido tatu do Brasil
O tatu-bola, também conhecido como
tatu-apara, bola, bolinha, tranquinha ou tatu-bola-do-nordeste, é amenor e
menos conhecida espécie de tatu do Brasil. De todas as espécies de tatu do
país, é aúnica endêmica (que ocorre só nesse local).
Possui distribuição geográfica muito
restrita, ocorrendo somente na Caatinga e no Cerrado. A espécie
já foi registrada em 12 estados brasileiros diferentes - Bahia, Ceará,
Pernambuco, Alagoas, Sergipe, Piauí, Mato Grosso, Goiás, Minas Gerais,
Tocantins, Paraíba e Rio Grande do Norte.
Esse animal, de aproximadamente 50 cm e 1,2
kg, apresenta como uma das principais características a capacidade
de se fechar na forma de uma bola ao se sentir ameaçado, o que protege as
partes moles de seu corpo contra o ataque de predadores. Essa capacidade foi o
que deu origem ao seu nome popular. Distingue-se também pela presença
de cinco unhas nas patas anteriores, principal diferença entre Tolypeutes
tricinctus e a outra espécie do mesmo gênero, a T. matacus.
Uma das principais características do tatu-bola é a sua capacidade de se enrolar como uma bola para se defender de predadores
Durante o período de acasalamento, uma mesma fêmea
é vista acompanhada por mais de um macho. As fêmeas geram um ou, menos
frequentemente, dois filhotes por ninhada, que nascem completamente formados.
O tatu-bola possui hábitos noturnos e se
alimenta principalmente de formigas e cupins, consumindo também grande
quantidade de areia, cascas e raízes junto ao alimento. O tatu-bola não escava
buraco e utiliza como esconderijo tocas abandonadas. Por utilizar como
principal estratégia de defesa a fuga em busca de tocas abandonadas e o
enrolamento sobre si, torna-se mais vulnerável ao ataque de predadores e à caça
humana.
Atualmente, a espécie é considerada como Ameaçada pela
Lista de Espécies da Fauna
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